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Instalações - Luis Oliveira

 
A minha fishroom actual (fot. 1 e 2) resultou da necessidade de mais espaço e daí ter resolvido fazer algumas transformações numa antiga casa da lenha. Na área envolvente tenho alguns recipientes (fot. 3)  para a criação de dáfnias e de larvas de mosquito, pois considero a comida viva fundamental para a criação de killies. O espaço tem 3 m x 3m (fot. 4) e foram introduzido vários pontos de corrente, uma torneira com água da rede publica (fot. 7) e um ponto de esgoto, muito útil aquando das mudas de água. O tecto foi isolado para tentar manter a temperatura mais estável e o chão levou azulejo para facilitar a limpeza.
 
A minha fishroom é constituída por três estantes (fot. 4,5 e 6), cada uma com quatro prateleiras de aquários. Tem ainda uma quarta estante apenas com dois níveis de aquários (fot. 4) e duas prateleiras com transportadoras de oito litros (fot. 10). As medidas dos aquários são: 20x12x12 (6); 15x17x15 (6); 40x25x20 (6); 40x19x20 (6); 62x28x30 (5); 27x20x16 (23 transportadoras). Como aquário ideal (fot. 11) aconselho as medidas de 40x25x20 e na sua montagem opto por não usar substrato de fundo, apenas um filtro de canto movido pelo compressor, lâmpadas fluorescentes com luz do dia, um ou dois pés de feto de Java e mops para a reprodução.
 
Como me dedico aos pequenos Aphyosemion, sobretudo dentro do grupo dos Katethys, não utilizo termóstatos. No Inverno uso um aparelho de aquecimento a óleo e consigo manter a temperatura pelos 23ºC. O problema surge com o aquecimento de Verão. Aí utilizo uma ventoinha e durante a noite abro a porta para aproveitar o arrefecimento nocturno. Dentro em breve conto colocar um aparelho de ar condicionado.
 
Como a maioria dos aquários não tem sistema de filtragem, as mudas de água em 50 % do volume têm que ser frequentes. Daí a importância de um reservatório (fot. 12) para libertar o cloro e envelhecer ligeiramente a água.
 
Para a reprodução uso um ou dois mops e faço a incubação em água, em caixas de Ferrero Roché (fot. 9). Depois da eclosão, os alevins passam para os aquários mais pequenos (fot. 8) e vão mudando de “casa” à medida que vão crescendo. Neste casos, uso e abuso do musgo de Java.
 
Na minha fishroom é também fundamental a presença de um canto para a comida viva (fot. 13), onde crio microvermes, tenébrios do amendoim, vermes de Grindal, enquitreias, vinegar eels e bichos de conta africanos.
 
Apesar do espaço ser exíguo, há sempre lugar para receber um amigo.
 
Luis Oliveira
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Imagens
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